quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

domingo, 4 de janeiro de 2015

São 23:34

Aqui no meu cantinho do quarto estou, com o prato de comida da janta desde as 22 e pouco da noite um prato que eu adoro "lasanha" e nem consegui comer e um copo de suco de maracujá, só dei uma mexida ...
Sabe quando você leva um baque de algo que está fazendo e esse algo não está sendo bom pra alguém e mesmo assim você não percebe? Só percebe quando leva um "chaqualhão"!
Então..
Parece que bati a cabeça na parede, consequência de um choro curto e ao mesmo tempo longo sendo traçado por calma e "desespero".
Já são 00:08, me encontro bem mais calma no momento, mas a dor de cabeça continua. Nunca fui de ficar brava, de cara, triste, chateada e me recuperar rapidamente se eu for contar a um ano e meio lá trás passaria 24H de cara com algo, ou praticamente o dia inteiro chorando por algo naquele estilo meio "emo" mas com motivos!
Mas de um ano pra cá, tudo passou a ser diferente, sou confortada pelo mesmo que eu acabei irritando ou deixando zangado por algum motivo, porque no final das contas eu faço as coisas despercebidas fazendo com que pessoas fiquem mal e eu fico mais mal ainda.
Há algo forte nesse meio que me faz ficar bem, que me traz calma, que me conforta com alguns pequenos risos, escritas ou gestos tragos a mim.
Algo forte  de alguém que dorme e acorda com você todos os dias, mesmo estando a um tanto de distância.
Algo forte de mim mesma que faz querer que tudo fique bem, mesmo sendo persistente a coisas desnecessárias!
Uma fala que vem de todo coração depois de todas suas crises que acaba confortando mesmo sem querer:
 " - Estou aqui meu amor"
ou ...
" - Eu amo muito essa mulher da foto" 
e então me passam "filmes" bons na cabeça ...
Sabe o quanto eu amo esse homem?
É inexplicável!
O que dá pra explicar é que agora são 00:40 e eu preciso terminar de ao menos beber o meu suco quente de maracujá e ir dormir (...)